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28/07/2020 às 12h40

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Maia e a sucessão

Presidente da Câmara demonstra força e comando dentro da "Casa" e articula novas composições de aliados, para indicar seu sucessor


Centro independente

DEM e MDB deixaram o blocão liderado pelo deputado Arthur Lira, na Câmara dos Deputados. Pretendem, junto ao PSDB, formar um grupo de centro, independente do governo, que promova para a presidência da Casa um nome respaldado pelo atual presidente, Rodrigo Maia. A eleição é no fim do ano.

Enfraquecido

Arthur Lira, que negociou cargos no segundo e terceiro escalão do governo para seu PP, PSD, PL e Republicanos, promovendo a aliança entre o presidente Jair Bolsonaro e o Centrão, vem atuando como articulador informal do Planalto entre os parlamentares. Ele próprio pretendia suceder a Maia. Ao perder as duas siglas por ser visto como homem do governo, torna mais difícil sua candidatura. 

Dificuldade

O resultado concreto é que Bolsonaro terá muita dificuldade de emplacar o novo presidente da Câmara. Oposição e independentes somam dois terços dos deputados. E dependendo de quantos partidos o PSL conseguir carregar para um novo bloco que tenta formar, o Centrão poderá ficar ainda mais enfraquecido. 

Reorganizando aliados

Após a votação do Fundeb,Rodrigo Maia mostrou a Bolsonaro e aliados que ainda comanda a pauta da "Casa". O presidente da Câmara deve reorganizar seus aliados e escantear o PP, que visa ser o principal partido da base aliada do governo. Com a mudança ocorrida após a saída de DEM e MDB do Centrão, Maia pode, por exemplo, optar por um emedebista à sua sucessão. 


*Com informações do Globo, Folha e BRPolítico


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