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15/04/2019 às 15h01

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Sucessão à prefeitura de Maceió já tem alguns nomes "na pista"

MPE/AL

Na pista

Para a sucessão do prefeito de Maceió, Rui Palmeira, ano que vem, já têm alguns nomes na pista. Uns novos e outros mais antigos na política local.

A novidade para as urnas pode ser o hoje procurador-geral de Justiça, Alfredo Gaspar de Mendonça (foto), que em 2018 balançou-se na vontade de disputar o Governo do Estado ou uma das duas vagas ao Senado da República.
Alfredo aquietou-se em seu cargo no Ministério Público Estadual, mas em dias de especulação para a eleição do ano que vem, seu nome volta a circular com força nos bastidores.
Já na esfera dos mais antigos, o deputado JHC, que foi derrotado por Rui em 2016, anda se mexendo para entrar nessa concorrência. Tenta carregar para o seu palanque o senador Rodrigo Cunha que, por cautela, deve aguardar melhor os cenários para decidir onde colocar a sua digital eleitoral.
É fato que nessa arrumação há propostas para todos os gostos, o atual secretário de Saúde de Maceió, José Thomaz Nonô, o vice-prefeito Marcelo Palmeira, a deputada Tereza Nelma, o ex-deputado Maurício Quintella, o ex-deputado Ronaldo Lessa e o deputado Paulão, o deputado Marx Beltrão, o deputado Sérgio Toledo, o deputado Bruno Toledo, vereador Eduardo Canuto, vereador Kelmann Vieira...
É aguardar pra ver.

A propósito...

Dizem por aí que de olho em 2020, JHC tenta garantir para ele o Podemos em Alagoas. Até andou articulando o partido para um político bem chegado, que na hora da decisão preferiu recuar e ficar onde está partidariamente: em cima do muro.

Ditadura nunca mais!

Do senador Renan Calheiros, sobre a comemoração do governo Bolsonaro ao Golpe de 31 de março: “Exaltar o golpe que fechou o Congresso, censurou a imprensa, cassou mandatos, prendeu e matou pessoas é uma ofensa aos brasileiros. É tripudiar sobre mortos, desaparecidos e seus familiares. Outro atentado à democracia. ”

A humanização do Pinheiro

Na audiência pública no Senado, convocada mês passado pelo senador Rodrigo Cunha sobre o Pinheiro, o secretário da Defesa Civil de Maceió, Dinário Lemos , chorou ao falar sobre o drama de milhares de famílias que vivem no bairro. A emoção de Dinário humanizou o debate e sensibilizou quem acompanha de perto, e de dentro, o drama dos moradores desse lugar. 


*A pessoas mais próximas, o hoje secretário de Agricultura do Estado, Ronaldo Lessa, confessa que não anda satisfeito com o tratamento recebido pelo Palácio República dos Palmares. Deram a ele um cargo a nível de emprego e não de parceria política.

*O prefeito de Maceió nomeou o seu vice, Marcelo Palmeira, coordenador de obras e serviços do município. Marcelo criou uma agenda movimentada para inspecionar os canteiros de obras e reuniões permanentes com o Grupo de Serviços da Prefeitura de Maceió.
* O prefeito de Arapiraca, Rogério Teófilo, acertou ao nomear como seu secretário de Comunicação o radialista Nelson Filho. Além de excelente profissional, Nelson tem portas abertas em todos os veículos de comunicação no Agreste.
*Presidente do Democratas de Alagoas e secretário de Saúde de Maceió, José Thomaz Nonô, tem uma porta abertissima no governo Bolsonaro através do ministro das Minas e Energia, Almirante Bento Costa Lima Leite. São amigos de longas datas

*Como Secretário de Governo do prefeito Rui Palmeira, Eduardo Canuto já tem mostrado resultados na articulação política com a Câmara Municipal de Maceió. Hoje, a comunicação entre vereadores e município flui sem problemas. 


Eletrochoque na pauta


A última edição da Painel Alagoas trouxe como reportagem especial o debate acerca do Eletrochoque (foto). Afinal, o uso da eletroconvulsoterapia é uma espécie de tratamento ou um castigo?
 Segundo o presidente do Conselho Regional de Medicina de Alagoas (Cremal), Fernando Pedrosa, a ECT pode evitar suicídios e é recomendada para casos onde medicamentos não surtem efeitos, mas como no passado era usada na forma de castigo, o seu uso ainda é questionado tanto na medicina como fora dela.A matéria remete a questão à Nise da Silveira e nos traz um relato de pessoas que tiveram parentes e amigos submetidos ao eletrochoque, de forma responsável ou não. Vale a pena a leitura, e a reflexão.

*Publicado  originalmente na coluna Palanque , edição 27, da revista Painel Alagoas


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