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05/03/2018 às 11h49

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As incoerências de Molon ao estilo petista de fazer política

Em entrevista ao veículo que vai na contramão de suas ideologias, Alessandro Molon tenta explicar sua mudança de partido

Agência Brasil


Ao se filiar ao PSB,  Alessandro Molon demonstra que sua tão renomada coerência política ficou para trás.

Alessandro Molon trocou o PT pela Rede julgando que poderia ser a principal liderança do partido no Rio de Janeiro. Não logrou êxito porque  o parlamentar do estado que conquistou maior prestígio e espaço dentro do partido foi  Miro Teixeira. Aparentemente incomodado com tal situação Molon criou "climão" questionando abertamente dentro do partido a biografia de Miro e a liderança nacional de Marina . Sem conseguir conquistar adeptos à suas causas/queixas na executiva partidária, passou a esbravejar contra questões ideológicas apoiadas pela cúpula do partido. Até o prestígio da ex-senadora Heloísa Helena junto aos membros da executiva  no Rio de Janeiro, foi alvo de duras críticas do ex-integrante do partido.

Diferentemente do que aparece na mídia, Alessandro Molon exerce uma política de bastidores semelhante a de militantes "xiitas"e  quando não consegue seus mínimos objetivos persegue seus opositores com uma surpreendente "ganância raivosa", bem ao conhecidíssimo estilo petista , que afinal deve ter sido sua escola, pois o parlamentar militou muitos anos no PT.

Na entrevista que deu ao jornal o Globo (que aliás é um veículo que vai na contramão das ideologias do parlamentar) Alessando Molon afirma que não sabe qual é o foco da Rede. Uma das principais plataformas nacionais do partido é justamente o que ele diz que não vê: a superação das desigualdades. Talvez o deputado tenha ficado cego pela ganância de tentar ter mais espaço dentro do partido que sua líder nacional. 

Molon sai com espírito "petista" de vingança, visando inclusive diminuir o já escasso tempo do partido na TV(ao Globo disse exatamente ao contrário, mas sua saída e de Aliel Machado deixa a Rede sem o número mínimo de cinco representantes no Congresso exigido para garantir a participação nos debates eleitorais no rádio e na TV) e a verba de fundo partidário (sua saída e a de Aliel Machado deve ocasionar uma perda de cerca de 40% desse valor).

Ao se filiar ao PSB, Alessandro Molon demonstra que sua tão renomada coerência política ficou para trás. Afinal  que papel pretende exercer num partdio que se não lançar candidato próprio a presidência deve apoiar Geraldo Alckmin (PSDB), que sempre representou a antítese de sua ideologia?


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