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As cores no Marketing

29.07.2019 às 01:00

Para representar o seu negócio é bom que tenha em mente a escolha de uma cor que melhor expresse a sua marca.  

Em se tratando de aspectos gerais as cores primárias são as mais procuradas, causando impacto já nas campanhas publicitárias. Mas as guias de cores são bem amplas e “traduzíveis”.

Basicamente, as cores azul, turquesa, cinza, preta, branca, verde, laranja, amarela, marrom, rosa, roxa, vermelha e suas graduações são determinantes para a confecção de todo material agregado as tonalidades ambientais ao mercado cobiçado.

O azul inspira confiabilidade, responsabilidade. O azul claro inibe o apetite, transmite a paz. O azul-escuro é mais incisivo, mais corporativo.

A cor turquesa é a cor da comunicação não invasiva, mais relacional, transmite clareza.

Cinza revela conservadorismo, neutralidade. Cor muito ligada ao campo tecnológico.

O preto está fortemente ligado a formalidade, a impessoalidade, a imponência.

O branco transmite harmonia, simplicidade, tranquilidade, inocência.

O verde, equilíbrio emocional. Por isso é muito relacionado à saúde e a natureza.

A cor laranja simboliza otimismo, positividade, criatividade, jovialidade, potência.

O amarelo é pura energia, aguça o apetite, alegria, é um estimulante mental.

O marrom ou castanho representa elegância, estabilidade, segurança, organização.

O rosa está ligado à beleza, a mulher, ao público infantil, a moda. Remete a sensibilidade, ao afeto.

Roxo é a cor da espiritualidade, da imaginação, da fantasia. Dessa forma o luxo encontra lugar nos sonhos idealizados. 

O  vermelho simboliza entusiasmo, compulsividade, excitação e atenção.

Não é mito, a psicologia das cores é um estudo aprofundado que provou ao longo dos anos que os consumidores são fortemente influenciados pelas cores, desencadeando diferentes reações emocionais. Obviamente, o melhor caminho é testar, não se engessar com as seleções apresentadas. 


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Bodas de Ouro

25.07.2019 às 00:01

Antes de falarmos sobre a celebração dos 50 anos de amor e união é importante frisarmos que a renovação dos votos também se dá mensalmente e anualmente.

Na lista dos meses são celebradas as seguintes bodas:

1 mês – Bodas de Beijinho

2 meses – Bodas de Sorvete

3 meses – Bodas de Algodão Doce

4 meses – Bodas de Pipoca

5 meses – Bodas de Chocolate

6 meses – Bodas de Plumas

7 meses – Bodas de Purpurina

8 meses – Bodas de Pompom

9 meses – Bodas de Maternidade

10 meses – Bodas de Pintinhos

11 meses – Bodas de Chicletes 

Na lista dos anos que são 100, citarei algumas bodas de casamento famosas.

De 1 ano – Papel, 5 anos - Madeira ou Ferro,  10 anos - Estanho ou Zinco, 15 anos – Cristal, 25 anos – Prata, 30 anos – Pérola, 40 anos - Rubi ou Esmeralda, 45 anos - Platina ou Safira , 50 anos – Ouro, 60 anos - Diamante ou Jade, 70 anos – Vinho, 80 anos - Nogueira ou Carvalho, 90 anos - Álamo, 100 anos – Jequitibá.

As bodas de 25 anos e de 50 anos tiveram a sua origem na Alemanha em pequenos povoados. Era comum presentear os casais com prata e ouro.  Boda, em latim, significa promessa.

O aniversário de casamento é uma data muito importante no ocidente. Por ter um significado em cada etapa a cerimônia temática é uma boa opção para quem não tem ideia na sua organização. Do simples ao sofisticado o importante é celebrar o amor.

Duvida da luz dos astros,
  De que o sol tenha calor,
  Duvida até da verdade,
  Mas confia em meu amor.

  William Shakespeare

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O estilista das celebridades

22.07.2019 às 00:01

Elie Saab costumava vestir as suas irmãs com as toalhas de mesa e as cortinas de sua casa, ainda criança. Talvez a fantasia em meio à guerra civil que eclodiu com seus 11 anos o obrigando a se refugiar em Beirute com sua família, fosse o fio condutor que o levaria para o mundo dos sonhos reais.   O menino prodígio, cujo talento fascinava as pessoas que o cercavam, criou a sua marca aos 18 anos de idade. Nessa época, vendia as suas criações para clientes vizinhos que viam nele um gênio da alta costura. 

Não demorou muito para que o libanês, nascido em Damour em 1964, se tornasse um estilista renomado entre a sociedade árabe de alto escalão. Costurando para a realeza e magnatas do Oriente Médio o reconhecimento de seu trabalho repercutiu no mundo inteiro, fazendo com que abrisse vários pontos de vendas em 22 países.

Hoje, o estilista que vestiu a Rainha Rânia da Jordânia em sua coroação no ano de 1999, também convidado em 2006 para ocupar o importantíssimo posto de “Membre Correspondant” juntamente com Giorgio Armani e Valentino, divide o seu tempo entre Paris e Beirute. 

Saab, o homem da arte que acredita em sonhos prepara as mulheres para realizar os seus, especialmente no altar.  A sua grande paixão são os vestidos de noiva, embora contemple vesti-las em todos os eventos.  O seu intuito é que a mulher brilhe, se sinta radiante e extremamente realizada. 

Os elementos que ele usa remetem ao glamour. A textura dos tecidos nobres, os bordados artesanais com aplicações de cristais swarovski e pedras preciosas são alguns dos componentes de suas inspirações. 

Elie Saab também designer de acessórios, conta com várias parcerias, entre elas nos setores automobilístico e hotéis de luxo. É ativista e criou a profissão de Design de Moda na Universidade Americana de Beirute, onde muitos estudantes saem diplomados na área.   

"La costura es magia, y la magia son sueños y los sueños son maravillosos para vivir".


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A paixão feminina

18.07.2019 às 08:35

Sapatos. Não há nada nem ninguém que concorra com eles. Esse acessório é eleito o queridinho das mulheres. Por que será? Há muita alegoria em torno disso, vale até o sapatinho de cristal de Cinderela - a escolhida pelo príncipe.

Ele é o símbolo de feminilidade, sensualidade e até de poder à lá Christian Louboutin.

A ciência aponta que o efeito de comprar sapatos libera serotonina, tamanha é a satisfação em presentear a dona dos pés por algo que ela se sinta merecedora.

Baseado nisso resolvi escrever sobre eles e de como agregam informações ao vestuário.

Sapato Chanel (scapin com abertura atrás com salto baixo) criado por Coco Chanel é sinônimo de requinte. É um modelo que combina com produções formais e casuais.

Sapato Mary Jane ou sapato boneca, muito usado com minissaias na década de 60, torna o look romântico. Fica lindo com saias midi e rodadas.

O peep toe tradicional (sapato com uma pequena abertura nos dedos de salto alto) surgiu no pós-guerra e tem um toque de sensualidade.  Vestidos e saias curtas, jeans e macacões são coordenações assertivas.

O mule, erroneamente chamado no feminino é uma inspiração do século XVI, usado por homens e mulheres. Foi popularizado nos anos 1950 com a atriz Marilyn Monroe.  O sapato é fechado na frente e aberto atrás e pode ser acompanhado com shorts, calças, saias e vestidos longos.

O scarpin foi lançado por Christian Dior em 1947 e até hoje ele ocupa um lugar exclusivo. É uma peça atemporal, um clássico. Dependendo da cor (preto ou nude) assenta com tudo.

As sandálias são invenções dos gregos, foi se modernizando com o tempo. As rasteiras eram usadas por faraós. O que determinará os looks são a altura do salto e o modelo, mas em geral a calça justa tem passagem livre.

A espadrilha lembra anabela. A diferença é que seu solado é feito de corda, palha ou cortiça. Ela ganhou simpatia em 1970 pelas mãos de Yves Saint Laurent, inspirado na guerra civil espanhola. É um calçado confortável, ótimo para looks básicos. 

Toda mulher deseja o par perfeito. Um para o coração e centenas para os pés”.

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Do homem, a marca Gucci

15.07.2019 às 00:01

O jovem florentino de origem humilde, Guccio Gucci, ao trabalhar no suntuoso “Hotel The Savoy” de Londres se encanta pelas bagagens dos ilustres hóspedes e assim, inicia-se a trajetória dos sonhos sempre visando à elegância e o luxo.  Obcecado em realizá-los, as suas observações e habilidades artesanais o levam de volta a cidade natal para abrir o seu primeiro negócio em 1921.

Em Florença casa-se com a costureira Aída e tem cinco filhos, um deles falecendo ainda pequeno. Começa o projeto em família com a marca que traria tantas alegrias e desarmonias nas gerações seguintes.  Com Aldo Gucci, assessorando seu pai, um homem ativo, talentoso por suas idéias a frente do seu tempo abre outra loja em Roma.

Nessa época estoura a segunda guerra mundial.  Sem fornecedores e com escassez de materiais a criatividade veio a cavalo. Literalmente! A inspiração equestre, especialmente no pós-guerra, juntamente com o bambu já utilizado nas bolsas seria a referência da grife. O estribo, o arreio e o bridão estão presentes em todos os acessórios, que nos tempos primórdios priorizava, apenas, malas fabricadas artesanalmente em couro novilho.

Com tanto sucesso pela capacidade inovadora na linha de produção, mais uma loja é aberta. Dessa vez nos Estados Unidos, um salto maior. Com o falecimento do Guccio Gucci, os seus três filhos homens, Aldo, Vasco e Rodolfo dão continuidade ao projeto familiar fundado pelo seu pai. 

Hoje a Gucci conta com mais de 450 lojas espalhadas pelo mundo sob nova direção. Muitas questões inusitadas e polêmicas aconteceram até aqui, inclusive um assassinato, uma história intrigante digna de Sherlock Holmes. Vale à pena embarcar nessa aventura com a Casa Gucci - Uma História de Glamour, Cobiça, Loucura e Morte da autora Sara Gay Forden.

Boa leitura! 

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Looks de Festa

11.07.2019 às 00:10

No casamento à beira-mar, certifique-se onde será realizada a cerimônia. Pousada, salão ou areia?  Dia ou noite? Por ser casamento a ocasião pede um pouco de refinamento, embora a elaboração do traje permita mais descontração.  Pela manhã tecidos fluidos e chapéus são bem vindos. À noite, tecidos um pouco mais encorpados por causa do friozinho do mar. Tanto o casamento na praia quanto no campo as sugestões são as mesmas. 

Mulheres: Vestidos midi ou longos (comprimento mais curto do que o habitual, caso seja “pé na areia”) tons pastel, estampas suaves, cores opacas, tricô, renda, macacões e alguns detalhes em branco são bem aceitos. Caso a festa se dê no verão os tecidos podem respeitar a estação, embora os lenços e echarpes ainda sejam fortes aliados até mesmo para usá-los como cangas. É uma peça super versátil. Saltinhos de preferência anabelas, saltos em bloco ou rasteiras trabalhadas com pedras . Maquiagem suave.

Homens: Tecidos leves como o algodão, costumes claros, camisas brancas com detalhes coloridos sobre elas (suspensório ou gravata), estampas discretas, cachecóis, bermudas longas - consulta prévia, pergunte ao organizador sobre esta possibilidade. Calçados, sapatênis ou mocassim.

Nas festas de gala o importante é não derrapar no exagero. Há produções que mais parecem fantasias de carnaval. Lições adquiridas nas observações de premiações das celebridades nos mostram que a elegância está associada à postura corporal e ao comportamento. E cuidado com o comprimento da barra das saias.  No “Dress code social” há dicas de looks para ambos os sexos.

Nas festas corporativas levem em conta o protocolo. Eu costumo dizer que haverá sempre o amanhã no trabalho, portanto não se exceda na bebida, na intimidade e na forma de se vestir. Se a empresa tem um perfil rígido não fuja muito do padrão.  Escolha peças mais compostas, apenas com um toque de modernidade. Modelagens muito justas, decotes, brilhos e jeans destroyed evitem. Os homens devem evitar jeans detonados, tênis e bermudas.

Nas festas de trabalho, cujo perfil é informal o bom senso é a medida.

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Como surgiu a festa junina?

08.07.2019 às 00:01

Os festejos no Brasil surgiram em junho com a celebração dos índios à agricultura, uma população do campo que comemorava os seus proveitos com muita dança e comida típica.  Com a chegada dos jesuítas portugueses no mesmo período, a festa se fundiu com o cristianismo. Daí a homenagem a Santo Antônio, São João e São Pedro. A contribuição folclórica é, portanto, multicultural. A dança coreografada (quadrilha) veio da França, a fogueira dos índios e os quitutes é uma mistura da nossa mandioca, batata-doce e amendoim com o bolo de fubá, quentão entre outras delícias portuguesas.  Há teses que envolvem influências de outras regiões europeias e o solstício de verão à festa junina, mas isso é assunto para os historiadores.  

As roupas trazidas dos salões nobres pela família real não aguentaram o clima tropical, tampouco as circunstâncias reais em que elas seriam expostas.  Precisou se adequar a realidade brasileira, encurtando-as e retirando volumes de suas anáguas. Com o tempo a vestimenta foi tomando forma de chita. Os homens adotaram a calça curta e, o remendo que remete a lavoura até hoje tem seu valor.  O chapéu de palha e as sandálias de couro foram alternativas encontradas para driblar o calor, especialmente no nordeste onde a tradição se consolidou.  Em outra vertente, especialistas confere o famoso traje ao Jeca Tatu, personagem acendido por Monteiro Lobato.

Com a grande repercussão da festa, os fashionistas foram agregando e customizando alguns elementos (roupas e acessórios) para satisfazer os diversos estilos e locações sofisticadas.  Os tecidos nobres como seda, cetim e tafetá, assim como belos adornos de cabeça são encontrados no mercado de luxo, retomando em parte o conceito à ela atribuída nos grandes salões europeus.  

Os ritmos do nordeste brasileiro são tão contagiantes que as festividades se estenderam até  julho, também em outros estados.

     

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Moda Evangélica

04.07.2019 às 00:01

Ela foi feita somente para as cristãs?  Foi inspirada.  Mas ao contrário do que muita gente pensa não precisa seguir a doutrina cristã para aderir à moda evangélica.  Este segmento vem crescendo, face às necessidades do público feminino em adotar algo mais sóbrio, composto, mas que seja moderno e elegante. 

Há muitas mulheres, hoje, com meia idade que com seus 20 anos se vestia como uma senhora, pois passava altivez, seriedade, compostura e maturidade. Eu mesma fui uma delas.  Com a combustão dos anos 80 as coisas mudaram e muitas aderiram à descontração, sem se desvincular dos valores enraizados pela educação que receberam.  Muitos desses valores foram absorvidos pela nova geração através de conceitos, criando uma imagem que melhor traduzisse a natureza de cada uma. Do natural à identificação & estilo próprio.

Entretanto, há uma parcela relevante de religiosas, especialmente evangélicas que optam por discrição. Coerentes com a sua crença e princípios rejeitam vestidos curtos, transparências e trajes sensuais, preferindo uma modelagem feminina mais estruturada, de boa qualidade.  Porém, com certa graciosidade. A moda evangélica acompanha as tendências, cores e formas acolhendo o atual comportamento das mulheres que trabalham, empreendem e que são  independentes. 

Pensando em atender a esse mercado tão promissor, algumas confecções e marcas, como Joyaly criada pela Aurea Flores, Via Tolentino, Laura Rosa, Epulari, Raje Jeans e tantas outras estão em evidência.

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A beleza Plus Size

01.07.2019 às 00:01

A grande dificuldade de quem veste uma numeração grande é encontrar algo que vista a sua autoestima.  E a ausência de autoestima muitas vezes está ligada a um padrão imposto pela sociedade, pela escassez nas modelagens e falta de informação de moda (roupas que não valorizam as formas, sem detalhes, sem personalidade). 

É inconcebível que em shoppings metropolitanos com mais de quatrocentas lojas, não haja opções para quem utilize manequins acima de 46 enquanto a realidade aponta que 58% das mulheres brasileiras estão acima do peso, segundo a revista científica, The Lancet.  Esses dados, já desatualizados, se referem às mulheres.  Imagina homens e mulheres?

A ditadura das magras, caráter em que as grifes disputam o reconhecimento de suas marcas, anda na contramão da coletividade onde o comportamento deveria sinalizar que o mundo mudou. Incoerentemente o slogan de que na moda não existem regras na atualidade, algo que deveria acompanhar o pensamento sob todos os aspectos, contrapõe ao modelo engessado percebido por todos.

Felizmente existem situações que a abertura já se faz presente em alguns lugares, como nos Estados Unidos.  É lá que alguns brasileiros com maior poder aquisitivo faz suas compras. Outro modo, a internet.

O mercado plus size movimenta bilhões de reais por ano - só no Brasil, portanto está mais do que na hora dos estilistas, das grandes marcas, dos profissionais de moda responsáveis por lançar tendências se apropriarem dos dados disponíveis para representar a realidade, afinal, moda é a reprodução de seu tempo.  Deve haver legitimidade para que haja credibilidade.

Vai aí uma crítica construtiva, talvez a galinha dos ovos de ouro que falta nesse cardápio. 

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Minimalismo

27.06.2019 às 00:01


O minimalismo, mais do que um estilo pessoal é um estilo de vida.

Muitas pessoas já vêm fazendo esse movimento pelo mundo para minimizar os efeitos acumulatórios  que trazem desordem e desequilíbrio em seu dia a dia. Hoje, o “chique” é o desapego, é viver em harmonia com o que realmente é necessário.

Há vários documentários como o “Minimalismo: um documentário sobre as coisas que importam”, também o conceito de organização da japonesa Marie Kondo disponibilizada na Netflix e, outros meios de comunicação que permeiam essa área com muita tenacidade. O tema vem ganhando espaço, porque muitas vezes o consumo desenfreado está ligado às questões psicológicas denotando uma compulsão, conforme estudos. Há de se pensar sobre todos os aspectos e considerar mudanças que proporcione o bem estar a cada um, em particular, sem julgamentos ou preconceitos.  

Na consultoria de imagem os profissionais trabalham com armários-cápsula e malas-cápsula, dentre outras funções. Essa técnica consiste em agrupar poucas peças criando várias combinações sem precisar de nada novo, ou seja, coordenando as peças curinga com três a cinco peças e alguns acessórios coloridos possibilitando assim a pluralidade dos looks por estação, para ambos os sexos. É a concepção da praticidade, da funcionalidade com criatividade. O viés do menos é mais.

Historicamente o minimalismo nasceu antes de Cristo, mas o conceito surgiu no campo das artes na década de 60.  Ele é o reflexo do movimento contracultural, liberal, questionador. Entretanto, o minimalismo como expressão comportamental difere da “sociedade alternativa” inspirado nos anos anteriores, pois ele busca combater o sistema consumista com mais maturidade e consciência, sem radicalismo.

 Segundo a escritora americana, Francine Jay: "Quando não somos dependentes das coisas ou não somos mais definidos pelo o que possuímos nossos potenciais e possibilidades são ilimitados".

As francesas, símbolos da elegância mundial há muito aderiram ao movimento, sinal de que a elegância vai muito além do que o comércio nos impõe.

 Para refletir.

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A Arte De Ser Você por Lucinha Saraiva

Profissional de Marketing Pessoal e Marketing Empresarial, atuou em estratégia colaborativa de negociação, ministrou etiqueta social, orientou e acompanhou eventos corporativos entre outras demandas solicitadas por empresas contratadas. Atualmente é consultora de Imagem e Estilo com conhecimento em moda e colorimetria . Criou "A Arte de Ser Você” com o propósito de ajudar as pessoas na autoestima, através de elementos simples e acessíveis.

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